ÚLTIMO CANTO


INQUIETA,
ATRAVESSO MINHA SOMBRA
ASSOMBRADA PELAS BORBOLETAS
REDUZO AS CINZAS DO MEU PASSADO
E ULTRAPASSO O CIO DE MINHA HITÓRIA.

REQUEIRO À VIDA
O TRANSE DE SUA ALMA,
O BRILHO DE SUA AURA
AS GARRAS DE SUA LUTA

AVISO AOS CÉLERES AGNÓSTICOS
QUE ME AJUSTEI AOS MOLDES LÚDICOS
E, NUA, RASTEJO EM MEU NIRVANA

AGONIADA,
DESVENCILHO-ME DAS CORDAS
QUE ENROLAM MINHAS MÃOS, COMO SE LUVAS
AMARRO O AR QUE RESPIRO

Um comentário:

Sachêt de poesia disse...

Helô,

Vc fez falta quarta...
até dia 18!

Bjos
Juju